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	<title>Clínica Flexus</title>
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	<description>Fisioterapia, Medicina, Prevenção</description>
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		<title>Exercício e dor: o que ainda não lhe disseram</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Clínica Flexus]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 20 May 2026 10:07:48 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Fisioterapia]]></category>
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					<description><![CDATA[Exercício como “analgésico natural”: mito ou realidade? É comum ouvir que o exercício físico funciona como um “analgésico natural”. A ideia de que mexer o corpo liberta endorfinas e, por isso, reduz a dor está bem enraizada no senso comum e até no discurso clínico. De facto, existe um fenómeno conhecido como hipoalgesia induzida pelo [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<ul>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><b>Exercício como “analgésico natural”: mito ou realidade?</b></li>
</ul>
<p><span style="font-weight: 400;">É comum ouvir que o exercício físico funciona como um “analgésico natural”. A ideia de que mexer o corpo liberta endorfinas e, por isso, reduz a dor está bem enraizada no senso comum e até no discurso clínico. De facto, existe um fenómeno conhecido como </span><b>hipoalgesia induzida pelo exercício</b><span style="font-weight: 400;">, que descreve a diminuição temporária da sensibilidade à dor durante ou após a atividade física. No entanto, a investigação científica mostra que esta resposta não acontece sempre, não é igual em todas as pessoas e, sobretudo, </span><b>não deve ser o principal critério para avaliar o sucesso do exercício em contexto terapêutico</b><span style="font-weight: 400;">.</span></p>
<p>&nbsp;</p>
<ul>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><b>Hipoalgesia induzida pelo exercício: que fenómeno é este?</b></li>
</ul>
<p><span style="font-weight: 400;">A hipoalgesia induzida pelo exercício refere-se a uma diminuição transitória da percepção da dor após um estímulo físico. Este efeito é geralmente avaliado através do aumento do limiar de dor à pressão ou da menor resposta a estímulos dolorosos após o exercício. Importa sublinhar que se trata de um efeito </span><b>agudo e reversível</b><span style="font-weight: 400;">, que pode durar minutos ou, em alguns casos, até cerca de meia hora. Não corresponde a uma correção estrutural dos tecidos nem significa que a “causa” da dor tenha sido resolvida.</span></p>
<p>&nbsp;</p>
<ul>
<li aria-level="1"><b>Exercício e regulação da dor: como, porquê e quando acontece?</b></li>
</ul>
<p><span style="font-weight: 400;">Do ponto de vista do corpo, existem várias razões pelas quais o exercício pode ajudar a diminuir a dor. Quando nos movimentamos, o cérebro ativa mecanismos naturais que ajudam a </span><b>“baixar o volume” da dor</b><span style="font-weight: 400;">, controlando a forma como os sinais dolorosos são interpretados. Durante o exercício, o organismo liberta substâncias como as </span><b>endorfinas</b><span style="font-weight: 400;">, a </span><b>serotonina</b><span style="font-weight: 400;"> e a </span><b>noradrenalina</b><span style="font-weight: 400;">, que funcionam como analgésicos naturais e podem reduzir temporariamente a sensação de dor.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Além disso, o exercício regular ajuda a criar um ambiente mais equilibrado no corpo, com </span><b>menos inflamação</b><span style="font-weight: 400;"> e menor sensibilidade dos nervos responsáveis por enviar sinais de dor. Em conjunto, estes efeitos ajudam o corpo a reagir de forma menos intensa aos estímulos dolorosos, tornando a dor mais fácil de gerir.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Apesar destes efeitos, a resposta à dor após o exercício </span><b>não é universal</b><span style="font-weight: 400;">. Em pessoas sem dor persistente, a hipoalgesia induzida pelo exercício tende a ocorrer de forma relativamente consistente. No entanto, em pessoas com dor crónica, a resposta é muito mais variável. Estudos mostram que, nestes casos, a redução da dor pode estar diminuída, ausente ou mesmo dar lugar a um aumento da dor após o exercício, gerando o fenómeno inverso. Esta resposta parece estar relacionada com alterações nos mecanismos centrais de modulação da dor, frequentemente associadas à sensibilização do sistema nervoso.</span></p>
<p>&nbsp;</p>
<ul>
<li aria-level="1"><b>Podemos esperar sempre alívio imediato?</b></li>
</ul>
<p><span style="font-weight: 400;">É aqui que surge um erro frequente na prática clínica: </span><b>prescrever exercício com a expectativa explícita de alívio da dor imediato</b><span style="font-weight: 400;">. Quando o exercício é apresentado como algo que “deveria tirar a dor”, cria-se uma expectativa que nem sempre será cumprida. Para o utente, isso pode traduzir-se em frustração, insegurança e medo de se mexer. Para o fisioterapeuta, pode levar à conclusão errada de que o exercício não é adequado, quando na realidade o corpo pode estar a adaptar-se de outras formas relevantes.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">O valor terapêutico do exercício vai muito além da redução imediata da dor. O exercício atua como um estímulo para </span><b>reeducar o sistema nervoso</b><span style="font-weight: 400;">, melhorar a tolerância ao movimento e reduzir a perceção de ameaça associada à atividade física/movimento. Mesmo quando a dor não diminui logo — ou oscila ao longo do processo — o exercício pode contribuir para melhorias graduais na função, na confiança corporal e na capacidade de lidar com a dor no dia a dia.</span></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><img fetchpriority="high" decoding="async" class="wp-image-5808 aligncenter" src="https://clinicaflexus.pt/wp-content/uploads/2026/05/ChatGPT-Image-13_05_2026-12_12_16.jpg" alt="" width="588" height="392" srcset="https://clinicaflexus.pt/wp-content/uploads/2026/05/ChatGPT-Image-13_05_2026-12_12_16.jpg 1536w, https://clinicaflexus.pt/wp-content/uploads/2026/05/ChatGPT-Image-13_05_2026-12_12_16-300x200.jpg 300w, https://clinicaflexus.pt/wp-content/uploads/2026/05/ChatGPT-Image-13_05_2026-12_12_16-1024x683.jpg 1024w, https://clinicaflexus.pt/wp-content/uploads/2026/05/ChatGPT-Image-13_05_2026-12_12_16-768x512.jpg 768w" sizes="(max-width: 588px) 100vw, 588px" /></p>
<p>&nbsp;</p>
<ul>
<li aria-level="1"><b>“Eu vivo com dor”: O que significa isto para mim?</b></li>
</ul>
<p><span style="font-weight: 400;">Para quem vive com dor, isto significa compreender que sentir algum desconforto durante ou após o exercício não equivale automaticamente a lesão ou agravamento do problema. A dor é uma experiência complexa, influenciada por fatores físicos, emocionais e contextuais, e nem sempre reflete dano nos tecidos. O corpo precisa de exposição gradual ao movimento para reaprender que mexer-se não é perigoso.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Em síntese, a hipoalgesia induzida pelo exercício é um fenómeno real e bem documentado, mas </span><b>não deve ser encarada como um objetivo obrigatório</b><span style="font-weight: 400;">. O exercício não é um botão para desligar a dor. É, acima de tudo, uma ferramenta poderosa para ajudar o sistema nervoso a tornar-se menos protetor e mais adaptável ao longo do tempo.</span></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Referências</strong></p>
<ul>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1">Lesnak, J. B., &amp; Sluka, K. A. (2020). Mechanism of exercise-induced analgesia: what we can learn from physically active animals. <i>Pain reports</i>, <i>5</i>(5), e850. https://doi.org/10.1097/PR9.0000000000000850</li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1">Rice, D., Nijs, J., Kosek, E., Wideman, T., Hasenbring, M. I., Koltyn, K., Graven-Nielsen, T., &amp; Polli, A. (2019). Exercise-Induced Hypoalgesia in Pain-Free and Chronic Pain Populations: State of the Art and Future Directions. <i>The journal of pain</i>, <i>20</i>(11), 1249–1266. https://doi.org/10.1016/j.jpain.2019.03.005</li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1">Sluka, K. A., Frey-Law, L., &amp; Hoeger Bement, M. (2018). Exercise-induced pain and analgesia? Underlying mechanisms and clinical translation. <i>Pain</i>, <i>159 Suppl 1</i>(Suppl 1), S91–S97. https://doi.org/10.1097/j.pain.0000000000001235</li>
</ul>
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		<title>Radiculopatia Cervical: o que diz a ciência e por que a fisioterapia personalizada é hoje a melhor escolha</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Mois&#233;s Oliveira]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 20 Feb 2026 17:22:33 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Fisioterapia]]></category>
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					<description><![CDATA[A dor cervical, no geral, representa um problema de saúde global de grande relevância. A revisão epidemiológica de Kazeminasab et al. (2022) revelou que a prevalência mundial atingiu 27 casos por 1000 pessoas em 2019, com maior incidência entre os 45 e os 74 anos e maior prevalência no sexo feminino. O impacto económico é [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>A dor cervical, no geral, representa um problema de saúde global de grande relevância. A revisão epidemiológica de Kazeminasab et al. (2022) revelou que a prevalência mundial atingiu <strong>27 casos por 1000 pessoas</strong> em 2019, com maior incidência entre os <strong>45 e os 74 anos</strong> e maior prevalência no <strong>sexo feminino</strong>. O impacto económico é também substancial: nos Estados Unidos, a dor cervical e lombar representaram cerca de <strong>134,5 mil milhões</strong> de dólares em gastos de saúde em 2016, e <strong>milhões de dias de trabalho perdidos</strong> (Dieleman et al., 2020 cit. em Kazeminasab et al., 2022). Estes números demonstram que estamos perante uma condição que combina elevada frequência, incapacidade e custos sociais e económicos significativos.</p>



<h3 class="wp-block-heading">O que é e quais os sintomas?</h3>



<p>A <strong>radiculopatia cervical</strong> &#8211; muitas vezes descrita como “um nervo comprimido no pescoço” &#8211; é uma causa frequente de dor irradiada para o braço. Os seus sintomas podem incluir <strong>dormência, formigueiro, fraqueza</strong> e uma <strong>sensação de choque elétrico</strong> ao longo do trajeto do nervo. Apesar de ser uma condição dolorosa e incapacitante, os estudos mostram-nos que, na maioria dos casos, o <strong>prognóstico é favorável</strong> e que a <strong>fisioterapia</strong> desempenha um papel fundamental no processo de recuperação.</p>



<h3 class="wp-block-heading">Causas</h3>



<p>Esta condição é normalmente associada a alterações estruturais como hérnias discais, alterações degenerativas, estenose foraminal – entenda-se por estreitamento dos pequenos orifícios laterais das vértebras cervicais -, ou inflamação. </p>



<figure class="wp-block-image size-full"><img decoding="async" width="754" height="500" class="wp-image-5642" src="https://clinicaflexus.pt/wp-content/uploads/2026/02/image.jpg" alt="" srcset="https://clinicaflexus.pt/wp-content/uploads/2026/02/image.jpg 754w, https://clinicaflexus.pt/wp-content/uploads/2026/02/image-300x199.jpg 300w" sizes="(max-width: 754px) 100vw, 754px" /></figure>



<p>No entanto, a literatura atual demonstra que a sua origem é multifatorial. Isto é, fatores biológicos, psicológicos e ocupacionais influenciam tanto o aparecimento como a persistência da dor (Kazeminasab et al, 2022). </p>



<figure class="wp-block-table">
<table class="has-fixed-layout">
<tbody>
<tr>
<td style="text-align: center;"><strong>Fatores biológicos</strong></td>
<td style="text-align: center;"><strong>Fatores psicológicos</strong></td>
<td style="text-align: center;"><strong>Fatores ocupacionais</strong></td>
</tr>
<tr>
<td>
<p>Idade</p>
<p>Doenças auto-imunes</p>
<p>Espondilose</p>
<p>Predisposição genética</p>
<p>Alterações Músculo-esqueléticas</p>
</td>
<td>
<p>Stress</p>
<p>Ansiedade</p>
<p>Depressão</p>
<p>Pensamentos negativos sobre a dor</p>
<p>Baixa auto-eficácia</p>
</td>
<td>
<p>Posturas mantidas</p>
<p>Trabalho prolongado ao computador</p>
<p>Elevada carga laboral</p>
<p>Baixo suporte organizacional</p>
</td>
</tr>
</tbody>
</table>
</figure>



<h3 class="wp-block-heading"><code>Diagnóstico</code></h3>



<p>Também no <strong>diagnóstico</strong>, a ciência tem evoluído. Sleijser-Koehorst et al. (2021) demonstraram que nenhum teste isolado é capaz de confirmar a presença de radiculopatia cervical. O diagnóstico deve resultar da <strong>combinação de vários elementos</strong>: </p>



<ul class="wp-block-list">
<li>História clínica detalhada &#8211; padrões de dor, fatores que agravam ou aliviam, sintomas e presença de dormência;</li>



<li>Testes físicos &#8211; teste de Spurling, avaliação de força, reflexos e testes neurodinâmicos; </li>



<li>Exames complementares de diagnóstico, quando necessários. </li>
</ul>



<p>Curiosamente, características como dor no braço mais intensa do que no pescoço, presença de parestesias e alívio ao elevar o braço aumentam a probabilidade de diagnóstico, enquanto a ausência de dormência tende a reduzi-la. Este conjunto de informações reforça a importância do raciocínio clínico do fisioterapeuta na avaliação.</p>



<h3 class="wp-block-heading">Como tratar?</h3>



<p>Quanto ao <strong>tratamento</strong>, a evidência é clara: a maior parte dos casos melhora <strong>sem recurso à cirurgia</strong>. A revisão de Peene et al. (2023) mostra que 70% a 95% dos pacientes recuperam com tratamento conservador, sendo a <strong>fisioterapia</strong> — sobretudo quando integrada numa abordagem ativa — o <strong>pilar central dessa recuperação</strong>. As melhorias podem surgir nas primeiras semanas, mas o processo completo pode prolongar-se até <strong>2 ou 3 anos</strong>, o que destaca a importância de estratégias de longo prazo e acompanhamento contínuo.</p>



<p>Os estudos demonstram que a cirurgia pode proporcionar um alívio mais rápido de alguns sinais neurológicos, mas essa vantagem diminuiu com o passar dos meses. Posto isto, a <strong>fisioterapia</strong> destaca-se pela <strong>segurança</strong>, <strong>ausência de eventos adversos</strong> e potencial para ser <strong>mais custo-efetiva</strong>, ainda que sejam necessários mais estudos económicos. Mais especificamente, a intervenção em fisioterapia combina diferentes modalidades: exercícios (de mobilidade, força e controlo motor), técnicas de mobilização articular e neurodinâmica, treino de ergonomia, estratégias de gestão de stress e educação. </p>



<p>Naturalmente, existem situações em que intervenções adicionais podem ser consideradas. Injeções epidurais podem servir como auxílio a curto prazo em casos de dor intensa que impede o progresso na reabilitação. A cirurgia, embora eficaz em casos selecionados, deve ser reservada para situações de défice neurológico progressivo, dor incapacitante persistente após tratamento conservador adequado ou sinais de mielopatia. Excluindo esses cenários, a <strong>fisioterapia personalizada deve ser o tratamento de primeira linha</strong> (Klein Heerenbrink et al., 2024).</p>



<h3 class="wp-block-heading">Notas finais</h3>



<p>Quando olhamos para o conhecimento disponível e actual, a mensagem é clara: a radiculopatia cervical não deve ser encarada como uma condição que exige passividade do utente ou recurso precoce à cirurgia. Pelo contrário, é uma condição com prognóstico muito favorável quando abordada de forma ativa, personalizada e baseada na melhor evidência científica. A fisioterapia destaca-se hoje como a abordagem mais eficaz, segura e sustentável, promovendo não apenas a diminuição da dor, mas também a recuperação funcional, a autonomia e a prevenção de recidivas.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h3 class="wp-block-heading">Referências</h3>
<ul>
<li>Kazeminasab, S., Nejadghaderi, S. A., Amiri, P., Pourfathi, H., Araj-Khodaei, M., Sullman, M. J. M., Kolahi, A. A., &amp; Safiri, S. (2022). Neck pain: global epidemiology, trends and risk factors. <i>BMC musculoskeletal disorders</i>, <i>23</i>(1), 26. https://doi.org/10.1186/s12891-021-04957-4</li>
<li>Klein Heerenbrink, S., Coenen, P., Coppieters, M. W., van Dongen, J. M., Vleggeert-Lankamp, C. L. A., Rooker, S., Ter Meulen, B. C., Bosboom, J. L. W., Bouma, G. J., Lutke Schipholt, I. J., Sleijser-Koehorst, M. L. S., de Vries, R., Ostelo, R. W. J. G., &amp; Scholten-Peeters, G. G. M. (2024). (Cost-)effectiveness of personalised multimodal physiotherapy compared to surgery in patients with cervical radiculopathy: A systematic review. <i>Journal of evaluation in clinical practice</i>, <i>30</i>(7), 1227–1238. https://doi.org/10.1111/jep.14036</li>
<li>Peene, L., Cohen, S. P., Brouwer, B., James, R., Wolff, A., Van Boxem, K., &amp; Van Zundert, J. (2023). 2. Cervical radicular pain. <i>Pain practice : the official journal of World Institute of Pain</i>, <i>23</i>(7), 800–817. https://doi.org/10.1111/papr.13252</li>
<li>Sleijser-Koehorst, M. L. S., Coppieters, M. W., Epping, R., Rooker, S., Verhagen, A. P., &amp; Scholten-Peeters, G. G. M. (2021). Diagnostic accuracy of patient interview items and clinical tests for cervical radiculopathy. <i>Physiotherapy</i>, <i>111</i>, 74–82. https://doi.org/10.1016/j.physio.2020.07.007</li>
</ul>
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